Mobile Time · 9 de outubro de 2026
A ClickBus passou a usar um agente de IA que cria campanhas de marketing, segundo a empresa, 300 vezes mais rápido que o time humano.
A leitura da RBIA métrica relevante não é velocidade de criação, é quem aprova a campanha antes de ir ao ar. Empresa que adota agente de criação precisa redesenhar o checkpoint humano no funil, porque o gargalo deixou de ser produção e passou a ser revisão.
TI Inside · 9 de outubro de 2026
A Leroy Merlin decidiu usar IA e dados para personalizar a jornada do consumidor e integrar canais de venda.
A leitura da RBIA integração de canais via IA é decisão de arquitetura de dados antes de ser decisão de marketing: exige base de cliente única atravessando loja física e digital. Varejista que ainda trata canal como silo de dado não reproduz esse resultado só adicionando IA por cima.
NeoFeed · 22 de setembro de 2026
A Leroy Merlin passou a monitorar como clientes chegam à loja pesquisando em assistentes de IA como ChatGPT, Gemini e Perplexity, em vez de buscar diretamente no Google, segundo o NeoFeed.
A leitura da RBIO cliente que pergunta para uma IA em vez de buscar no Google já mudou a régua do marketing, e quem mede isso primeiro decide antes da concorrência onde investir em visibilidade. É bastidor de mercado, não tendência distante: já está mudando o funil de quem vende para o consumidor final.
TI Inside · 11 de setembro de 2026
A pesquisa aponta que parte relevante dos consumidores online já recorre a assistentes de IA na hora de comprar.
A leitura da RBIQuando o cliente pergunta ao assistente em vez de pesquisar, quem aparece deixa de ser quem investiu em busca e passa a ser quem o modelo consegue descrever. O ativo vira dado estruturado sobre o próprio produto, e quem não souber explicar o catálogo em texto some dessa conversa sem ver o gráfico cair.
Portal Information Management · 10 de setembro de 2026
Dados de geolocalização passaram a ligar mídia exterior a venda, acelerando a migração de verba para esse meio.
A leitura da RBIMídia que passa a ser medida deixa de disputar orçamento pelo argumento de marca e passa a disputar por planilha. A lição é mais ampla que o meio: todo canal que conseguir provar venda vai tirar verba de quem só consegue provar alcance.
Portal Information Management · 7 de setembro de 2026
O artigo aponta que assistentes de IA passaram a mediar a escolha do consumidor entre marcas.
A leitura da RBIQuando o cliente pergunta ao assistente em vez de pesquisar, quem aparece deixa de ser quem investiu em busca e passa a ser quem o modelo consegue descrever. Isso muda o ativo: dado estruturado sobre o seu produto vale mais que verba de mídia. Quem não consegue explicar o próprio catálogo em texto vai sumir dessa conversa sem ver o gráfico cair.
TI Inside · 1 de setembro de 2026
Levantamento indica que a IA já mudou como o comprador B2B procura fornecedor, mas a confiança continua decidindo o contrato.
A leitura da RBIÉ exatamente a tese da curadoria: a busca ficou automática, a decisão não. Catálogo maior não ajuda quem precisa escolher, e quem filtra por você vale mais do que quem lista.